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O Estado do Estado de Paulo Castro Rangel

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O Estado do Estado de Paulo Castro Rangel

Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192

Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192

Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
$5.03
O Estado do Estado de Paulo Castro Rangel
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192

Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.