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O Homem Sem Qualidades III de Robert Musil

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O Homem Sem Qualidades III de Robert Musil

Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544

Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544

Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".
$24.83
O Homem Sem Qualidades III de Robert Musil
$24.83

Description

Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 544

Sinopse:
Este terceiro volume de "O Homem sem Qualidades", reune o essencial do espólio inédito deixado por Musil em 1942 e nunca foi editado em Portugal. Abarca momentos essenciais da pré-história do romance nos anos vinte (ainda com os títulos O Redentor ou A Irmã Gémea) e documenta o complexo labirinto por onde se move a escrita e reescrita de Musil nos anos trinta e quarenta, a caminho de uma conclusão que nunca alcançou, nem podia alcançar, porque o romance "não pode provar nada" e o seu "programa" é o da "apropriação da irrealidade ". Assim sendo, conclui Musil num dos fragmentos, "uma conclusão é quase um absurdo".