
O Jogador de Fiódor Dostoiévski
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Publicado em 1866, ano em que saiu também "Crime e Castigo", "O Jogador" reflecte muito da biografia de Dostoiévski, que foi, ele próprio, jogador compulsivo durante vários anos. Com a Alemanha sob pano de fundo e um ambiente de casinos, encontramos Aleksei Ivánovitch, figura principal deste romance, um jovem com um forte sentido crítico em relação ao mundo que o rodeia mas sem objectivos, que descobre em si a paixão compulsiva pelo jogo. Usando de humor satírico, Dostoiévski expõe as motivações mais íntimas desta e de outras personagens, criando uma obra simultaneamente viva e dramática. O fascínio culpabilizado dos jogadores, o descontrolo e o desespero, paixões que raiam a loucura e uma solidão sem recurso são temas que se adequam ao genial universo da ficção dostoievskiana.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Publicado em 1866, ano em que saiu também "Crime e Castigo", "O Jogador" reflecte muito da biografia de Dostoiévski, que foi, ele próprio, jogador compulsivo durante vários anos. Com a Alemanha sob pano de fundo e um ambiente de casinos, encontramos Aleksei Ivánovitch, figura principal deste romance, um jovem com um forte sentido crítico em relação ao mundo que o rodeia mas sem objectivos, que descobre em si a paixão compulsiva pelo jogo. Usando de humor satírico, Dostoiévski expõe as motivações mais íntimas desta e de outras personagens, criando uma obra simultaneamente viva e dramática. O fascínio culpabilizado dos jogadores, o descontrolo e o desespero, paixões que raiam a loucura e uma solidão sem recurso são temas que se adequam ao genial universo da ficção dostoievskiana.
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Nº Páginas: 168
Sinopse:
Publicado em 1866, ano em que saiu também "Crime e Castigo", "O Jogador" reflecte muito da biografia de Dostoiévski, que foi, ele próprio, jogador compulsivo durante vários anos. Com a Alemanha sob pano de fundo e um ambiente de casinos, encontramos Aleksei Ivánovitch, figura principal deste romance, um jovem com um forte sentido crítico em relação ao mundo que o rodeia mas sem objectivos, que descobre em si a paixão compulsiva pelo jogo. Usando de humor satírico, Dostoiévski expõe as motivações mais íntimas desta e de outras personagens, criando uma obra simultaneamente viva e dramática. O fascínio culpabilizado dos jogadores, o descontrolo e o desespero, paixões que raiam a loucura e uma solidão sem recurso são temas que se adequam ao genial universo da ficção dostoievskiana.












