
O Livro dos Snobs de W. M. Thackeray
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro de humor devastador. Ninguém é poupado, dos mais poderosos monarcas às anfitriãs de banquetes, dos clérigos emproados aos turistas britânicos. Partindo da Inglaterra vitoriana, nem Portugal é poupado, muito snobemente representado pela caricatura de Fernando II, marido de D. Maria II. Thackeray faz um retrato pormenorizado de cada tipo de snob, traçando-lhes o jeito e o estilo com uma fina ironia. E rega tudo com muito vinho - do Porto e da Madeira. Os textos reunidos nesta obra tiveram origem numa série de artigos publicados com enorme êxito na revista Punch entre 1846 e 1847, na coluna "The Snobs of England, by one of themselves". Quase dois séculos depois, a crítica social, política e comportamental faz-nos repensar as relações humanas, nesta obra que revela uma actualidade impressionante. A sociedade é dilacerada nesta obra-prima de W. M. Thackeray, autor de clássicos como A Feira das Vaidades. Com "um jeito especial para reconhecer um snob", o autor cumpre a promessa de "espetar dardos na sociedade e acabar por descobrir riquíssimos filões de puro material snob". O humor e o tom familiar quebram a barreira da convenção literária, cativam o leitor e revelam.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro de humor devastador. Ninguém é poupado, dos mais poderosos monarcas às anfitriãs de banquetes, dos clérigos emproados aos turistas britânicos. Partindo da Inglaterra vitoriana, nem Portugal é poupado, muito snobemente representado pela caricatura de Fernando II, marido de D. Maria II. Thackeray faz um retrato pormenorizado de cada tipo de snob, traçando-lhes o jeito e o estilo com uma fina ironia. E rega tudo com muito vinho - do Porto e da Madeira. Os textos reunidos nesta obra tiveram origem numa série de artigos publicados com enorme êxito na revista Punch entre 1846 e 1847, na coluna "The Snobs of England, by one of themselves". Quase dois séculos depois, a crítica social, política e comportamental faz-nos repensar as relações humanas, nesta obra que revela uma actualidade impressionante. A sociedade é dilacerada nesta obra-prima de W. M. Thackeray, autor de clássicos como A Feira das Vaidades. Com "um jeito especial para reconhecer um snob", o autor cumpre a promessa de "espetar dardos na sociedade e acabar por descobrir riquíssimos filões de puro material snob". O humor e o tom familiar quebram a barreira da convenção literária, cativam o leitor e revelam.
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Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um livro de humor devastador. Ninguém é poupado, dos mais poderosos monarcas às anfitriãs de banquetes, dos clérigos emproados aos turistas britânicos. Partindo da Inglaterra vitoriana, nem Portugal é poupado, muito snobemente representado pela caricatura de Fernando II, marido de D. Maria II. Thackeray faz um retrato pormenorizado de cada tipo de snob, traçando-lhes o jeito e o estilo com uma fina ironia. E rega tudo com muito vinho - do Porto e da Madeira. Os textos reunidos nesta obra tiveram origem numa série de artigos publicados com enorme êxito na revista Punch entre 1846 e 1847, na coluna "The Snobs of England, by one of themselves". Quase dois séculos depois, a crítica social, política e comportamental faz-nos repensar as relações humanas, nesta obra que revela uma actualidade impressionante. A sociedade é dilacerada nesta obra-prima de W. M. Thackeray, autor de clássicos como A Feira das Vaidades. Com "um jeito especial para reconhecer um snob", o autor cumpre a promessa de "espetar dardos na sociedade e acabar por descobrir riquíssimos filões de puro material snob". O humor e o tom familiar quebram a barreira da convenção literária, cativam o leitor e revelam.












