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O Livro e Poesias Dispersas de Cesário Verde

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O Livro e Poesias Dispersas de Cesário Verde

Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 168

Sinopse:
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem. Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura. Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. Inventa uma nova poesia quer na forma quer no conteúdo. É um discurso poético de ruptura. O poeta, muito atento ao pormenor, capta as impressões e invoca a realidade. É a poesia do quotidiano, dos sentidos. Outrora desprezado e ostracizado, o reconhecimento do seu valor literário só chega com a geração de Orpheu. Fernando Pessoa chama-lhe "mestre". É hoje reconhecido como um génio pelas suas composições, como "O sentimento dum ocidental", "Num bairro moderno", "Nós". Aceitemos o convite de Mário Cesariny e vamos "todos para casa ler Cesário Verde / que ainda há passeios ainda há poetas cá no país!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Obra poética integral de Cesário Verde · "Senhor Verde: empregado de comércio ou poeta?"
Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 168

Sinopse:
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem. Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura. Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. Inventa uma nova poesia quer na forma quer no conteúdo. É um discurso poético de ruptura. O poeta, muito atento ao pormenor, capta as impressões e invoca a realidade. É a poesia do quotidiano, dos sentidos. Outrora desprezado e ostracizado, o reconhecimento do seu valor literário só chega com a geração de Orpheu. Fernando Pessoa chama-lhe "mestre". É hoje reconhecido como um génio pelas suas composições, como "O sentimento dum ocidental", "Num bairro moderno", "Nós". Aceitemos o convite de Mário Cesariny e vamos "todos para casa ler Cesário Verde / que ainda há passeios ainda há poetas cá no país!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Obra poética integral de Cesário Verde · "Senhor Verde: empregado de comércio ou poeta?"
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Original: $11.80

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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 168

Sinopse:
Com o fim do romantismo e o início do realismo, Cesário Verde, dividido entre o comércio e a literatura, publica os seus versos em jornais. Só em 1887, já postumamente, é publicado o seu primeiro livro: O Livro de Cesário Verde. Muito influenciado por Charles Baudelaire, o poeta cria um estilo próprio e encontra em Lisboa, caótica e sinistra, a sua grande personagem. Afinal, há poesia no real, no concreto, nos objectos banais, nos gestos, no dia-a-dia. Desfilam novas personagens, que já não musas, mas engomadeiras, varinas e operários. Paralelamente ao binómio cidade-campo, surge a figura feminina, a da mulher citadina, frívola e calculista em confronto com a mulher campestre, doce e pura. Cesário Verde é um dos precursores do modernismo em Portugal. Inventa uma nova poesia quer na forma quer no conteúdo. É um discurso poético de ruptura. O poeta, muito atento ao pormenor, capta as impressões e invoca a realidade. É a poesia do quotidiano, dos sentidos. Outrora desprezado e ostracizado, o reconhecimento do seu valor literário só chega com a geração de Orpheu. Fernando Pessoa chama-lhe "mestre". É hoje reconhecido como um génio pelas suas composições, como "O sentimento dum ocidental", "Num bairro moderno", "Nós". Aceitemos o convite de Mário Cesariny e vamos "todos para casa ler Cesário Verde / que ainda há passeios ainda há poetas cá no país!" ESTA EDIÇÃO INCLUI: Nota introdutória · Obra poética integral de Cesário Verde · "Senhor Verde: empregado de comércio ou poeta?"