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O Mandarim de Eça De Queirós

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O Mandarim de Eça De Queirós

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 144

Sinopse: «As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.» Uma campainha tinida em Lisboa transforma, por obra do Diabo, um mandarim morto na China num funcionário régio rico em Lisboa. Se a avareza é um pecado fácil de autojustificar, o mesmo não acontece com o homicídio: atormentado pelas consequências da sua ganância, Teodoro, o novo rico sem hífen, mergulha num profundo dilema existencial que tentará sanar por todos os meios. Nesta novela alegórica sobre a fragilidade da moral e da ética, Eça de Queirós explora o cenário hipotético que oferece a um homem a possibilidade de cometer um crime sem ser descoberto.

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 144

Sinopse: «As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.» Uma campainha tinida em Lisboa transforma, por obra do Diabo, um mandarim morto na China num funcionário régio rico em Lisboa. Se a avareza é um pecado fácil de autojustificar, o mesmo não acontece com o homicídio: atormentado pelas consequências da sua ganância, Teodoro, o novo rico sem hífen, mergulha num profundo dilema existencial que tentará sanar por todos os meios. Nesta novela alegórica sobre a fragilidade da moral e da ética, Eça de Queirós explora o cenário hipotético que oferece a um homem a possibilidade de cometer um crime sem ser descoberto.

$9.19
O Mandarim de Eça De Queirós
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Description

Edição: Mar 2026

Nº Páginas: 144

Sinopse: «As felicidades haviam de vir: e para as apressar eu fazia tudo o que devia como português e como constitucional: pedi-as todas as noites a Nossa Senhora das Dores, e comprava décimos da loteria.» Uma campainha tinida em Lisboa transforma, por obra do Diabo, um mandarim morto na China num funcionário régio rico em Lisboa. Se a avareza é um pecado fácil de autojustificar, o mesmo não acontece com o homicídio: atormentado pelas consequências da sua ganância, Teodoro, o novo rico sem hífen, mergulha num profundo dilema existencial que tentará sanar por todos os meios. Nesta novela alegórica sobre a fragilidade da moral e da ética, Eça de Queirós explora o cenário hipotético que oferece a um homem a possibilidade de cometer um crime sem ser descoberto.