
O Mandarim de Eça de Queiroz
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como Eça de Queiroz o definiu, "O Mandarim" é uma novela de carácter "fantasista e fantástico" que conta as desventuras de Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, após descobrir um livro misterioso sobre um mandarim com uma riqueza incontável. Para herdar os seus milhões, basta tocar uma campainha, mas tal provocará a morte do velho Ti Chin-Fu. Aliciado pelo Diabo, Teodoro cede à ganância, iniciando depois uma quimérica viagem aos confins da China para desfazer o mal que provocou. Editada em 1880, apresenta-se nesta edição as duas versões que o texto conheceu: em volume e em folhetins, publicados no "Diário de Portugal", permitindo a sua análise comparativa.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como Eça de Queiroz o definiu, "O Mandarim" é uma novela de carácter "fantasista e fantástico" que conta as desventuras de Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, após descobrir um livro misterioso sobre um mandarim com uma riqueza incontável. Para herdar os seus milhões, basta tocar uma campainha, mas tal provocará a morte do velho Ti Chin-Fu. Aliciado pelo Diabo, Teodoro cede à ganância, iniciando depois uma quimérica viagem aos confins da China para desfazer o mal que provocou. Editada em 1880, apresenta-se nesta edição as duas versões que o texto conheceu: em volume e em folhetins, publicados no "Diário de Portugal", permitindo a sua análise comparativa.
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Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como Eça de Queiroz o definiu, "O Mandarim" é uma novela de carácter "fantasista e fantástico" que conta as desventuras de Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, após descobrir um livro misterioso sobre um mandarim com uma riqueza incontável. Para herdar os seus milhões, basta tocar uma campainha, mas tal provocará a morte do velho Ti Chin-Fu. Aliciado pelo Diabo, Teodoro cede à ganância, iniciando depois uma quimérica viagem aos confins da China para desfazer o mal que provocou. Editada em 1880, apresenta-se nesta edição as duas versões que o texto conheceu: em volume e em folhetins, publicados no "Diário de Portugal", permitindo a sua análise comparativa.












