
O Meu Querido Titanic de Possidónio Cachapa
Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.
Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.
$4.52
O Meu Querido Titanic de Possidónio Cachapa—
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Description
Edição: Nov 2005
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Não há país com um povo que acredite menos em si do que o nosso. E contudo continuamos com o coração agarrado ao nosso torrãozinho estendido ao sol. Este conjunto de textos, publicados na imprensa (sobretudo no JL), ao longo de dois anos, é sobre tudo isto. Mas também fala do outro país, do que está para lá das grandes cidades. O país profundo e lírico. O país das montanhas e das ilhas; das empregadas domésticas e dos agricultores, dos que sabem de cor a trama das telenovelas mas começam a esquecer os nomes antigos dos lugares onde habitam, dos animais e das plantas com que cresceram. Porque continua a fazer sentido acreditarmos em nós, temos de aprender, de uma vez por todas, a rirmos de nós próprios.












