
O Neto do Homem mais Sábio de Tomás Guerrero
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse:
«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.
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«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.
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Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
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«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.
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Sinopse:
«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever.» Assim iniciava José Saramago o seu discurso diante da Academia Sueca, por ocasião da atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 1998, referindo-se ao seu avô, Jerónimo Melrinho. E é precisamente este avô quem, deambulando pelas ruas de Lisboa com Ricardo Reis, o heterónimo de Fernando Pessoa que é também uma personagem saramaguiana, guia o leitor pela vida e a obra de Saramago, desde a infância na Azinhaga do Ribatejo até aos seus últimos dias na ilha de Lanzarote. Uma magnífica homenagem à literatura portuguesa, esta novela gráfica que a Porto Editora agora reedita tem autoria de Tomás Guerrero, autor de banda desenhada e ilustrador radicado na Galiza.












