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O Peso da Sombra de Eugénio de Andrade

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O Peso da Sombra de Eugénio de Andrade

Edição: Out 2015
Nº Páginas: 88

Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
Edição: Out 2015
Nº Páginas: 88

Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
$11.28
O Peso da Sombra de Eugénio de Andrade
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Description

Edição: Out 2015
Nº Páginas: 88

Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."