
O Tango de Jorge Luis Borges
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges. Escreve Borges: "Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma." Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata. Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, "bajofondo". Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: "O tango dá-nos a todos um passado imaginário". Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de "compadritos", "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges. Escreve Borges: "Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma." Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata. Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, "bajofondo". Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: "O tango dá-nos a todos um passado imaginário". Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de "compadritos", "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.
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Nº Páginas: 144
Sinopse:
O tango, a sua entrada na cultura argentina e universal, é o tema destas seis conferências inéditas de Borges. Escreve Borges: "Sabemos, ouvindo um tango velho, que houve homens valentes. O tango dá-nos a todos um passado imaginário. Estudar o tango não é inútil, é estudar as diversas vicissitudes da alma." Em 1965, Jorge Luis Borges deu quatro conferências sobre tango, que durante muito tempo ficaram esquecidas e que agora se publicam - mais de trinta anos após a morte do escritor. É um Borges luminoso e brilhante, que se permite recitar e cantar durante as conferências, ao mesmo tempo que descreve a origem, os símbolos e os mitos da grande música do Rio de Prata. Para Borges, o tango surge clandestinamente em Buenos Aires por volta de 1880, em simultâneo com o jazz americano. Era um género perigoso e malvisto, desgraçado, "bajofondo". Nestes textos notáveis e coloridos, o retrato de Borges vai além da descrição de uma dança ou de uma melodia - conta a história do porto e dos bairros de Buenos Aires, e do seu violento lirismo de navalha e sangue: "O tango dá-nos a todos um passado imaginário". Por isso, conhecer o tango é conhecer o lado negro da alma portenha, que entrou na literatura com esse universo de "compadritos", "mulheres de má fama", histórias de amor e morte, com um tom valente e feliz que depois seria também triste e melodramático.












