
O Vendido de Paul Beatty
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Como toda a cidade de Dickens, eu era filho do meu pai, produto do meu ambiente e nada mais. Dickens era eu. E eu era o meu pai." Me, afro-americano, produto acabado do século XX, criado no "gueto agrário" de Dickens, nos arredores de Los Angeles, educado pelo pai, um reputado e violentamente excêntrico sociólogo obcecado pela questão racial, conformou-se em seguir o destino estéril que a vida californiana de baixa classe-média tinha para si: morrer no mesmo quarto onde nasceu "a olhar para as fendas do estuque do teto que estavam lá desde o terramoto de 1968". No entanto, nada corre como planeado: está falido, o seu pai foi morto num tiroteio com a polícia e Dickens acabou apagada dos mapas americanos (para poupar a Califórnia de mais vergonhas). Alimentado por uma sensação de engano e pela degradação da sua cidade perante uma América enormíssima, Me decide resolver as coisas da única maneira que vê possível: restaurando a escravatura e segregando a escola preparatória local. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, "O Vendido" é uma sátira mordaz que desafia os pilares sagrados da vida urbana, da Constituição norte-americana, do movimento dos direitos civis, e da relação pai-filho, feita à medida para o despontar do século XXI.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Como toda a cidade de Dickens, eu era filho do meu pai, produto do meu ambiente e nada mais. Dickens era eu. E eu era o meu pai." Me, afro-americano, produto acabado do século XX, criado no "gueto agrário" de Dickens, nos arredores de Los Angeles, educado pelo pai, um reputado e violentamente excêntrico sociólogo obcecado pela questão racial, conformou-se em seguir o destino estéril que a vida californiana de baixa classe-média tinha para si: morrer no mesmo quarto onde nasceu "a olhar para as fendas do estuque do teto que estavam lá desde o terramoto de 1968". No entanto, nada corre como planeado: está falido, o seu pai foi morto num tiroteio com a polícia e Dickens acabou apagada dos mapas americanos (para poupar a Califórnia de mais vergonhas). Alimentado por uma sensação de engano e pela degradação da sua cidade perante uma América enormíssima, Me decide resolver as coisas da única maneira que vê possível: restaurando a escravatura e segregando a escola preparatória local. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, "O Vendido" é uma sátira mordaz que desafia os pilares sagrados da vida urbana, da Constituição norte-americana, do movimento dos direitos civis, e da relação pai-filho, feita à medida para o despontar do século XXI.
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Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Como toda a cidade de Dickens, eu era filho do meu pai, produto do meu ambiente e nada mais. Dickens era eu. E eu era o meu pai." Me, afro-americano, produto acabado do século XX, criado no "gueto agrário" de Dickens, nos arredores de Los Angeles, educado pelo pai, um reputado e violentamente excêntrico sociólogo obcecado pela questão racial, conformou-se em seguir o destino estéril que a vida californiana de baixa classe-média tinha para si: morrer no mesmo quarto onde nasceu "a olhar para as fendas do estuque do teto que estavam lá desde o terramoto de 1968". No entanto, nada corre como planeado: está falido, o seu pai foi morto num tiroteio com a polícia e Dickens acabou apagada dos mapas americanos (para poupar a Califórnia de mais vergonhas). Alimentado por uma sensação de engano e pela degradação da sua cidade perante uma América enormíssima, Me decide resolver as coisas da única maneira que vê possível: restaurando a escravatura e segregando a escola preparatória local. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, "O Vendido" é uma sátira mordaz que desafia os pilares sagrados da vida urbana, da Constituição norte-americana, do movimento dos direitos civis, e da relação pai-filho, feita à medida para o despontar do século XXI.












