HomeLoja

Oblívio de Daniel Jonas

Product image 1

Oblívio de Daniel Jonas

Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64

Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64

Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.
$12.51
Oblívio de Daniel Jonas
$12.51

Description

Edição: Set 2017
Nº Páginas: 64

Sinopse:
Neste seu mais recente livro de poesia Daniel Jonas regressa ao soneto, num livro desconcertante e surpreendente. Como nos diz o poeta, "Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei." Jamais tive eu amor senão por ti. Paixões o vento as trouxe e as levou Qual ave migratória que pousou Em temporário ninho onde vivi. Amor, porém, é ave que povoa O coração da gente e nele exulta E ocupa de outra ave mais estulta O coração partido e o perdoa. Mas que fazer, se amor o dei ao vento E sinto o coração ninho vazio E sinto um grão calor e grande frio E amo em oração no meu convento? Eu amo quem amei e me deixou; Não amo quem pousou — só quem voou.