
Os Dias e os Anos de Marcello Duarte Mathias
Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 432
Sinopse:
À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.
Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 432
Sinopse:
À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.
Nº Páginas: 432
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À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.
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Edição: Abr 2010
Nº Páginas: 432
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À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
À semelhança dos anteriores volumes de "No Devagar Depressa dos Tempos", também neste Diário - que abarca os anos de 1970 a 1993 - Marcello Duarte Mathias revela as mesmas qualidades de observação e análise ricas de espontaneidade e reflexão, a elegância do estilo e a contundência da ironia. Por entre leituras, livros e autores reconhece-se o mesmo olhar, fruto da mesmíssima liberdade de espírito. Mediadora entre o autor e o tempo à sua volta, a política ocupa neste volume um lugar de destaque. Assim, a situação portuguesa antes e após o 25 de Abril, vista e vivida do estrangeiro, a posterior adesão às Comunidades Europeias, os movimentos de libertação na Europa de Leste na década de Oitenta. Em paralelo, uma notável galeria de retratos tanto de amigos e familiares como de algumas figuras históricas. E, em pano de fundo, os seus temas de sempre: a presença da família, a admiração pela Inglaterra, a paixão por Paris e o amor a Portugal, exigência feita de sarcasmo, ternura e desencanto.












