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País de Abril de Manuel Alegre

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País de Abril de Manuel Alegre

Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96

Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96

Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."
$1.80

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País de Abril de Manuel Alegre

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Description

Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 96

Sinopse:
Nesta antologia há muitos poemas que falam de Abril antes de Abril e de Maio antes de Maio, em Praça da Canção, editada em 1964, e em O Canto e as Armas, de 1967.Em "O Canto e as Armas" há, por exemplo, aqueles quatro versos de "Poemarma" que, decerto, anunciam o primeiro comunicado da Revolução:"Que o poema seja microfone e faleuma noite destas de repente às três e talpara que a lua estoire e o sono estalee a gente acorde finalmente em Portugal".Mas, também, em "Lisboa perto e longe", a estrofe que canta, sete anos antes, Lisboa na rua, de cravo vermelho na mão, no Primeiro de Maio de 1974:"Lisboa tem um cravo em cada mãotem camisas que Abril desabotoamas em Maio Lisboa é uma cançãoonde há versos que são cravos vermelhosLisboa que ninguém verá de joelhos."