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Pepe Mujica e as Flores da Guerrilha (Parte 2) de Matías Castro

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Pepe Mujica e as Flores da Guerrilha (Parte 2) de Matías Castro

Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128

Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128

Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.
$9.30

Original: $26.57

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Pepe Mujica e as Flores da Guerrilha (Parte 2) de Matías Castro

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Edição: Ago 2025
Nº Páginas: 128

Sinopse:
Neste segundo volume, Mujica participa em acções de guerrilha urbana, como assaltos a bancos e esquadras e raptos de cidadãos estrangeiros, um tipo de actuação espetacular que contribuiu para a fama internacional dos Tupamaros. Essa luta levou-o várias vezes à prisão. Foi ferido com seis tiros em confrontos armados e preso quatro vezes, conseguindo escapar da prisão de Punta Carretas em duas ocasiões. A primeira, em 1971, em que se escaparam cento e seis Tupamaros e seis presos de delito comum, bateu o "record" da maior fuga de uma prisão permitindo assim a Mujica e aos seus companheiros entrar no Guiness… ao todo, passou quase quinze anos encarcerado. Entre 1972 e 1985, permaneceu preso por treze anos, sendo um dos dirigentes Tupamaros mantidos como reféns pela ditadura militar. Mujica passou mais de uma década em solitária, anos esses que, puseram à prova a sua sanidade mental e capacidade de sobrevivência. Passou mais de um ano sem tomar banho, contou mais tarde, que os seus companheiros eram um sapo e ratos com quem dividia migalhas de pão. Após o fim da ditadura, em 1985, Mujica foi libertado e emergiu como o sábio resistente dos Tupamaros. Manteve a sua convicção de lutar pelo bem comum do povo uruguaio.