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Poesia de Alberto Caeiro de Fernando Pessoa

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Poesia de Alberto Caeiro de Fernando Pessoa

Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 296

Sinopse:
Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.
Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 296

Sinopse:
Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.
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Poesia de Alberto Caeiro de Fernando Pessoa

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Edição: Nov 2009
Nº Páginas: 296

Sinopse:
Esta é a terceira edição da poesia completa de Alberto Caeiro na série das obras de Fernando Pessoa publicadas pela Assírio & Alvim. Vem agora aumentada de um novo poema e de correcções em certos versos, assim tentando avançar na aproximação à mais limpa e respeitadora edição possível de um conjunto de textos que constitui, talvez, o cerne poético da obra de Fernando Pessoa. Pelo menos, é do Mestre que se trata, isto segundo a ficção dos heterónimos que nos é transmitida pelo autor. Ou seja: o lugar de uma singularidade extrema em termos composicionais e retóricos, que, além disso, oferece a todos os que o lerem uma cura de felicidade.