
Poesia de Álvaro de Campos de Fernando Pessoa
Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
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Edição: Mar 2002
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.
Nº Páginas: 672
Sinopse:
Álvaro de Campos é o protagonista do "drama em gente" que, segundo Pessoa, o conjunto da obra heterónima constitui. Alberto Caeiro e Ricardo Reis são os dois planetas mais importantes dos muitos que gravitam em volta dessa estrela central. Impossível compreendê-los sem entender as relações que os reúnem e opõem. E também que Campos é o "fingidor" não só das dores e emoções que Pessoa "deveras sente" mas também das que se "esqueceu de sentir", como ele próprio disse. Viveu em seu lugar a vida de que ele se absteve — por "incompetência", escreveu. Catarticamente, encarnou a loucura e a homossexualidade cujo espetro perseguia Pessoa. E, como o seu criador, desdobrou-se em vários outros, sincrónica e diacronicamente, ao longo da sua vida. Morreram juntos.












