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Primavera Autónoma das Estradas de Mário Cesariny

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Primavera Autónoma das Estradas de Mário Cesariny

Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216

Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216

Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."
$5.56

Original: $15.90

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Primavera Autónoma das Estradas de Mário Cesariny

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Description

Edição: Out 2017
Nº Páginas: 216

Sinopse:
Nas palavras de Perfecto E. Cuadrado, no posfácio que escreveu para esta edição, "¿A primeira edição de "Primavera autónoma das estradas" apareceu na Assírio & Alvim em 1980. Passados vinte e cinco anos, o autor fez a revisão do texto para uma nova edição que só agora regressa definitivamente ao abrigo da mesma editora com que Mário acabaria "consubstanciando-se", como Álvaro de Campos dizia da relação de Alberto Caeiro com o (novo) paganismo. Mudou alguma coisa? Mudou, sim, apesar das afirmações joco-sérias de Mário quando em duas ou três cartas me jurava que "nunca tinha mudado uma única palavra" no percurso das edições sucessivas da sua obra poética."