
Primeiros Poemas - As Mãos e os Frutos - Os Amantes sem Dinheiro de Eugénio de Andrade
Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Este livro marca o início da coleção Obras de Eugénio de Andrade no catálogo da Assírio & Alvim. A obra do autor inicia-se em 1942 com "Adolescente", livro que acaba por renegar, tal como "Pureza", de 1945. Desses dois livros faz mais tarde uma breve seleção intitulada "Primeiros Poemas", que integra a presente edição. "As Mãos e os Frutos" é publicado em 1948 tendo merecido críticas elogiosas de Vitorino Nemésio, Jorge de Sena e Eduardo Lourenço, entre outros. Dois anos mais tarde, Eugénio publica "Os Amantes sem Dinheiro", um livro notável e central na sua obra poética. Nas palavras de Gastão Cruz, no seu prefácio, "A poesia de Eugénio de Andrade criou, para dele falar, uma linguagem que é, simultaneamente, simples e espessa, eufórica e trágica, direta e metafórica. A sábia dosagem destes elementos afastou-a completamente dos perigos de uma aproximação excessiva do real prosaico e vulgar que tem inquinado tanta pretensa poesia, dita do quotidiano e "da experiência", e avessa à metáfora."












