
Quando eu era Pequenina de Luísa Castel-Branco
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.
$17.03
Quando eu era Pequenina de Luísa Castel-Branco—
$17.03
Description
Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O tempo da infância é diferente de todos os outros. É repleto de magia, de risos e lágrimas, de medos e desafios. Durante a infância, temos a certeza de que tudo vai ser possível e não sabemos que nunca mais voltaremos a sentir-nos assim. Sob a forma de emoções, e alimentando pensamentos, ficam memórias construídas com as coisas mais estranhas, como se de um edifício ou de um jardim desenhado com cuidado e desvelo se tratasse. Neste livro, o primeiro de uma trilogia dedicada à infância e às memórias, ao amor e aos filhos, e ao envelhecimento e à morte, Luísa Castel-Branco leva o leitor pela mão até à ruralidade dos arredores da Lisboa dos anos 1950 e 1960, uma realidade povoada de grandes árvores bravias, de gado pachorrento, de personagens estranhas, de bailaricos apaixonantes e de mistérios familiares. E à memória tanto nos vem o cheiro a terra molhada de quando íamos para a escola e o outono começava a aparecer devagarinho, como o toque daquele vestido de que tanto gostávamos e que nos fazia sentir tão crescidas.












