
Quando Me Perguntam Porque Escrevo de Lydia Davis
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: Reflexões de uma grande escritora sobre os mistérios da escrita É a pergunta mais comum e mais difícil com que um escritor se vê confrontado: porque escreve? Quase como uma interrogação sobre o sentido da vida. Lydia Davis responde sem responder: escreve-se por incómodo e por obsessão. A escrita surge como reacção a algo exterior: uma frase estranha, uma imagem persistente, uma tradução que exige solução, um detalhe mínimo que incomoda até ser transformado em literatura. Ao cruzar leituras e experiência pessoal, Davis mostra a escrita como um processo simultaneamente controlado e involuntário, onde o prazer convive com a exigência e o rigor quase obsessivo da linguagem. Este livro desmonta o mito do escritor inspirado e mostra a escrita como um acto estranho e exigente; por vezes, inexplicável.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: Reflexões de uma grande escritora sobre os mistérios da escrita É a pergunta mais comum e mais difícil com que um escritor se vê confrontado: porque escreve? Quase como uma interrogação sobre o sentido da vida. Lydia Davis responde sem responder: escreve-se por incómodo e por obsessão. A escrita surge como reacção a algo exterior: uma frase estranha, uma imagem persistente, uma tradução que exige solução, um detalhe mínimo que incomoda até ser transformado em literatura. Ao cruzar leituras e experiência pessoal, Davis mostra a escrita como um processo simultaneamente controlado e involuntário, onde o prazer convive com a exigência e o rigor quase obsessivo da linguagem. Este livro desmonta o mito do escritor inspirado e mostra a escrita como um acto estranho e exigente; por vezes, inexplicável.
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Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 120
Sinopse: Reflexões de uma grande escritora sobre os mistérios da escrita É a pergunta mais comum e mais difícil com que um escritor se vê confrontado: porque escreve? Quase como uma interrogação sobre o sentido da vida. Lydia Davis responde sem responder: escreve-se por incómodo e por obsessão. A escrita surge como reacção a algo exterior: uma frase estranha, uma imagem persistente, uma tradução que exige solução, um detalhe mínimo que incomoda até ser transformado em literatura. Ao cruzar leituras e experiência pessoal, Davis mostra a escrita como um processo simultaneamente controlado e involuntário, onde o prazer convive com a exigência e o rigor quase obsessivo da linguagem. Este livro desmonta o mito do escritor inspirado e mostra a escrita como um acto estranho e exigente; por vezes, inexplicável.












