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Queridos Filhos de Eduardo Sá

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Queridos Filhos de Eduardo Sá

Edição: Jun 2025
Nº Páginas:
256

Sinopse:

É com Erros que se Fazem Bons Pais

Ser pai ou mãe, não é fácil. Ainda mais agora, sob o olhar atento das redes sociais, de influencers, de coaches e psicólogos. Ser pai ou mãe é profissão de risco, hipervigiada por uma sociedade que só aceita a perfeição. E que impõe regras tão certeiras, que aos pais só lhes resta sentir que ficam sempre um pouco aquém. E por isso sentem-se culpados. Mas não deviam! Porque os pais saudáveis zangam-se, ficam elétricos e impossíveis, cansam-se e resmungam, a ponto de precisarem de férias de pais. E precisam de férias! Mas porque não passam sem os filhos, entregam-se a eles perdidamente, mesmo que por vezes não os percebam, não entendam o que lhes é pedido, fiquem perplexos com os seus livros de reclamações.

Por isso tudo, Eduardo Sá decidiu escrever Queridos Filhos! Não é um livro de instruções que transforme pais empenhados em tecnocratas da parentalidade. Não é um tutorial sem pés nem cabeça, que ensine fórmulas que nenhum ser humano consiga cumprir à risca. É, antes, um livro sobre a liberdade dos pais. Chega de livros que dizem aos pais que, para serem bons pais, não deviam errar! Nem tentar. Nem falar alto. Nem ficar, de vez em quando, à beira de um ataque de nervos. Os pais saudáveis precisam de errar sem que haja alguém a culpá-los por eles quererem ser “só” bons pais.

Edição: Jun 2025
Nº Páginas:
256

Sinopse:

É com Erros que se Fazem Bons Pais

Ser pai ou mãe, não é fácil. Ainda mais agora, sob o olhar atento das redes sociais, de influencers, de coaches e psicólogos. Ser pai ou mãe é profissão de risco, hipervigiada por uma sociedade que só aceita a perfeição. E que impõe regras tão certeiras, que aos pais só lhes resta sentir que ficam sempre um pouco aquém. E por isso sentem-se culpados. Mas não deviam! Porque os pais saudáveis zangam-se, ficam elétricos e impossíveis, cansam-se e resmungam, a ponto de precisarem de férias de pais. E precisam de férias! Mas porque não passam sem os filhos, entregam-se a eles perdidamente, mesmo que por vezes não os percebam, não entendam o que lhes é pedido, fiquem perplexos com os seus livros de reclamações.

Por isso tudo, Eduardo Sá decidiu escrever Queridos Filhos! Não é um livro de instruções que transforme pais empenhados em tecnocratas da parentalidade. Não é um tutorial sem pés nem cabeça, que ensine fórmulas que nenhum ser humano consiga cumprir à risca. É, antes, um livro sobre a liberdade dos pais. Chega de livros que dizem aos pais que, para serem bons pais, não deviam errar! Nem tentar. Nem falar alto. Nem ficar, de vez em quando, à beira de um ataque de nervos. Os pais saudáveis precisam de errar sem que haja alguém a culpá-los por eles quererem ser “só” bons pais.

$5.92

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Queridos Filhos de Eduardo Sá

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Edição: Jun 2025
Nº Páginas:
256

Sinopse:

É com Erros que se Fazem Bons Pais

Ser pai ou mãe, não é fácil. Ainda mais agora, sob o olhar atento das redes sociais, de influencers, de coaches e psicólogos. Ser pai ou mãe é profissão de risco, hipervigiada por uma sociedade que só aceita a perfeição. E que impõe regras tão certeiras, que aos pais só lhes resta sentir que ficam sempre um pouco aquém. E por isso sentem-se culpados. Mas não deviam! Porque os pais saudáveis zangam-se, ficam elétricos e impossíveis, cansam-se e resmungam, a ponto de precisarem de férias de pais. E precisam de férias! Mas porque não passam sem os filhos, entregam-se a eles perdidamente, mesmo que por vezes não os percebam, não entendam o que lhes é pedido, fiquem perplexos com os seus livros de reclamações.

Por isso tudo, Eduardo Sá decidiu escrever Queridos Filhos! Não é um livro de instruções que transforme pais empenhados em tecnocratas da parentalidade. Não é um tutorial sem pés nem cabeça, que ensine fórmulas que nenhum ser humano consiga cumprir à risca. É, antes, um livro sobre a liberdade dos pais. Chega de livros que dizem aos pais que, para serem bons pais, não deviam errar! Nem tentar. Nem falar alto. Nem ficar, de vez em quando, à beira de um ataque de nervos. Os pais saudáveis precisam de errar sem que haja alguém a culpá-los por eles quererem ser “só” bons pais.