
Raparigas Mortas de Selva Almada
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.
Edição: Set 2017
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.
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Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.
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Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.
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Raparigas Mortas é uma obra de não ficção que investiga três assassinatos de adolescentes ocorridos no interior da Argentina durante os anos 80, numa época em que o país celebrava o retorno à democracia. Esses casos, inicialmente ignorados pela mídia e sem culpados identificados, tornam-se obsessões para a autora, que os revisita décadas depois. Almada combina memória pessoal e pesquisa jornalística para explorar a violência de gênero e o desamparo das mulheres jovens em contextos periféricos. Ao estilo de Truman Capote, a autora traz à tona uma realidade invisível, revelando como essas mortes refletem um padrão de violência estrutural contra mulheres pobres e marginalizadas.












