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Relações Perigosas de Irene Flunser Pimentel

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Relações Perigosas de Irene Flunser Pimentel

Edição: Out 2025

Nº Páginas: 584

Sinopse: As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central. Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países «ocidentais» e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si. A PIDE e depois a DGS era, tal como o KGB soviético, uma polícia que «zelava» pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.

Edição: Out 2025

Nº Páginas: 584

Sinopse: As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central. Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países «ocidentais» e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si. A PIDE e depois a DGS era, tal como o KGB soviético, uma polícia que «zelava» pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.

$23.49
Relações Perigosas de Irene Flunser Pimentel
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Edição: Out 2025

Nº Páginas: 584

Sinopse: As quase três décadas de relacionamento entre a polícia política da ditadura portuguesa, entre 1945 e 1975, com os seus vários nomes de PIDE e DGS, e as polícias e serviços secretos de países ocidentais durante a Guerra Fria permitem retirar uma conclusão central. Ainda que vigorasse em Portugal uma ditadura colonial, tal não impediu que, no âmbito da NATO e da Interpol, as polícias e serviços secretos de informação de países «ocidentais» e democráticos colaborassem com a PIDE/DGS e trocassem informações entre si. A PIDE e depois a DGS era, tal como o KGB soviético, uma polícia que «zelava» pela segurança interna e externa do Estado. Nesta última qualidade, relacionou-se com a CIA norte-americana, a Seguridad espanhola, o BND alemão, bem como com os serviços policiais e de informação europeus e dos países da NATO, nomeadamente de França, da Bélgica e dos Países Baixos.