
Revoltada de Evgénia Iaroslavskaia-Markon
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.
$15.90
Revoltada de Evgénia Iaroslavskaia-Markon—
$15.90
Description
Edição: Out 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Cem anos depois da Revolução de Outubro uma história de choque. Como é que uma anarquista viveu a revolução comunista? Um relato autobiográfico escrito por uma jovem de 29 anos à espera de ser fuzilada, no mesmo local onde o marido, o poeta Alexander Iaroslavski, fora já executado. Uma autobiografia sem qualquer indício de fraqueza, cheia de um ódio de morte aos agentes da Tcheka, a polícia secreta bolchevique. Um relato escrito por quem carrega consigo a "farpa do perdão universal", odiando o sistema soviético, mas nunca as pessoas. Em 1917, a autora de Revoltada, vagueia pelas ruas gritando "carrascos". Activista, percorre a União Soviética dando conferências. Descobrirá a sua verdadeira convicção política na marginalidade, no roubo, no crime e no fascínio pelo perigo. Uma vida intensa e breve: infância e adolescência, o casamento, o episódio do comboio que lhe amputou os pés, a vagabundagem entre bandidos, criminosos, prostitutas, que são, para a autora de Revoltada a única classe verdadeiramente revolucionária e que poderia derrotar o bolchevismo, fazendo do futuro uma apologia da anarquia. Um testemunho intenso descoberto nos arquivos secretos russos.












