
Salazar e a Escola Técnica de Albérico Afonso Costa Alho
Edição: Set 2011
Nº Páginas: 149
Sinopse:
Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
Nº Páginas: 149
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Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
Edição: Set 2011
Nº Páginas: 149
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Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
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Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
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Edição: Set 2011
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Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.
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Embora vasta a historiografia sobre Salazar, não contemplou até hoje a problemática da escola técnica durante o Estado Novo. Este livro preenche essa lacuna ao abordar de forma simultâneamente leve e profunda a forma como foi percepcionada “filha menor” no contexto da educação em Portugal, destinada à "plebe" enquanto o liceu se orientava para as elites que haveriam de continuar o regime. O péssimo ensino ministrado acaba por desagradar a sectores dentro do próprio Estado Novo, começando--se a exigir uma mão de obra mais qualificada, posição que enfrenta a oposição dos que preferiam o imobilismo temendo as consequências para a paz social de um nível mais elevado de conhecimentos. O livro é do Prof. Albérico Afonso Costa e tem prefácio do Prof. Fernando Rosas.












