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Sete Degraus Sempre a Descer de Eugénia de Vasconcellos

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Sete Degraus Sempre a Descer de Eugénia de Vasconcellos

Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56

Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56

Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.
$11.08
Sete Degraus Sempre a Descer de Eugénia de Vasconcellos
$11.08

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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 56

Sinopse:
Depois da publicação de O Quotidiano a Secar em Verso, livro que o poeta e crítico José Mário Silva saudou como "um meteorito que cruzou o céu da poesia portuguesa", este novo livro de Eugénia de Vasconcellos é uma delicada interrogação do ofício poético e da linguagem amorosa, da sua decepção e cinzas. No posfácio, o poeta e escritor brasileiro Marco Lucchesi chama a Sete Degraus sempre a Descer, "alta poesia", uma "poesia sísmica, de larga magnitude", aproximando-a da "noite dos sentidos", de Al Berto, e João da Cruz, de Teresa de Ávila e de Adélia Prado. Sete Degraus sempre a Descer oferece à poesia portuguesa vivências amorosas com que a nossa língua teme conviver ou que se envergonha de tocar: a humildade dos objectos e das coisas, uma faca, laranjas, lençóis e cama, a ardente relação com as pulsões e sentimentos, o beijo, o desejo, a carne e o espírito.