
Sinto Muito de Nuno Lobo Antunes
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
$15.28
Sinto Muito de Nuno Lobo Antunes—
$15.28
Description
Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Jennifer morreu, ainda não tinha vinte anos. Foi levada num caixão branco onde o pai, durante a noite, tinha pintado golfinhos azuis. Nuno Lobo Antunes nunca a esqueceu e evoca-a num dos mais belos textos deste livro. E nós, quando o lemos, voltamos com o médico a Nova Iorque, aos tempos em que trabalhou como especialista em Neuro-Oncologia Pediátrica. Acompanhamo-lo numa série de quadros poéticos, recordações de sete anos de intensa vida hospitalar, em que a violência das emoções atingia, todos os dias, dimensões de drama. E, se por acaso, entre as sucessivas derrotas, luzia uma pequena vitória, era sempre celebrada a medo - porque a iminência de uma recaída pairava sempre sobre aquelas vidas, quase sempre demasiado curtas. "Sinto Muito" devolve-nos um médico (ainda e sempre) em formação, à procura de si mesmo numa cidade desmedida, distante, multicultural, onde aos poucos se dilui. E é a partir dela que nos relata a estranheza de estar lá tão longe a viver, todos os dias, novas despedidas.












