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Tardes Brancas de Afonso Borges

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Tardes Brancas de Afonso Borges

Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 104

Sinopse: Nos vinte e seis contos e cinco poemas que compõem Tardes brancas, Afonso Borges reafirma a força de uma escrita rápida, intensa e inevitável. Entre o quotidiano e o abismo, as suas narrativas revelam personagens em suspenso amores, acidentes, presságios movidos por uma fatalidade silenciosa. O autor escreve com precisão e lirismo, transformando o instante comum em revelação. A disforia, a delicadeza e o espanto convivem em cada página, enquanto o olhar do narrador esse classificador de almas, como o define Valter Hugo Mãe observa a vida e a morte com a mesma nitidez. Uma coletânea de histórias breves que se abrem como um breviário da existência: entre a pressa e a poesia, entre o acaso e a constatação de que, afinal, viver é sempre um risco.

Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 104

Sinopse: Nos vinte e seis contos e cinco poemas que compõem Tardes brancas, Afonso Borges reafirma a força de uma escrita rápida, intensa e inevitável. Entre o quotidiano e o abismo, as suas narrativas revelam personagens em suspenso amores, acidentes, presságios movidos por uma fatalidade silenciosa. O autor escreve com precisão e lirismo, transformando o instante comum em revelação. A disforia, a delicadeza e o espanto convivem em cada página, enquanto o olhar do narrador esse classificador de almas, como o define Valter Hugo Mãe observa a vida e a morte com a mesma nitidez. Uma coletânea de histórias breves que se abrem como um breviário da existência: entre a pressa e a poesia, entre o acaso e a constatação de que, afinal, viver é sempre um risco.

$5.39

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Tardes Brancas de Afonso Borges

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Description

Edição: Jan 2026

Nº Páginas: 104

Sinopse: Nos vinte e seis contos e cinco poemas que compõem Tardes brancas, Afonso Borges reafirma a força de uma escrita rápida, intensa e inevitável. Entre o quotidiano e o abismo, as suas narrativas revelam personagens em suspenso amores, acidentes, presságios movidos por uma fatalidade silenciosa. O autor escreve com precisão e lirismo, transformando o instante comum em revelação. A disforia, a delicadeza e o espanto convivem em cada página, enquanto o olhar do narrador esse classificador de almas, como o define Valter Hugo Mãe observa a vida e a morte com a mesma nitidez. Uma coletânea de histórias breves que se abrem como um breviário da existência: entre a pressa e a poesia, entre o acaso e a constatação de que, afinal, viver é sempre um risco.