
Teoria da Fronteira de José Tolentino Mendonça
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
Nº Páginas: 80
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A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
$12.51
Teoria da Fronteira de José Tolentino Mendonça—
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Description
Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê
Nº Páginas: 80
Sinopse:
A primeira parte do novo livro de poesia de José Tolentino Mendonça abre com esta epígrafe de Gloria Anzaldúa: "Penso na fronteira como o único ponto da terra que contém todos os outros lugares dentro de si". Mote para uma poderosa reflexão sobre o amplo significado da palavra fronteira, nas suas múltiplas dimensões e como metáfora emblemática da humanidade, ontem como hoje. Ponto de partida para viagens por terras e cidades, por tempos passados e presentes, peregrinando pelos lugares da amizade, pela solidão, pelo silêncio, pelo corpo. MÃOS VAZIAS Mãos vazias são salva-vidas para tempos difíceis uma afeição a salvo dos especuladores o seu vazio é uma pedra e se observares bem ela flutua as mãos vazias são selvagens na sua beleza duras mesmo se vulneráveis são o esconderijo ideal para guardares relâmpagos e verdades ferozmente concisas as mãos vazias esperam não o fim mas a fresta alagadas na ferrugem e preferem enlouquecer a acreditar que a realidade é só aquilo que se vê












