
Trainspotting de Irvine Welsh
Edição: Mai 1996
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Edição: Mai 1996
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Nº Páginas: 370
Sinopse:
"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
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"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."
Nº Páginas: 370
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"Trainspotting" fala-nos de um grupo de jovens da Edimburgo dos anos noventa, tão desesperadamente realistas que para eles o futuro é inconcebível. Ao contrário dos que procuram o dinheiro ou o êxito, eles frequentam o lado obscuro da vida, buscam as sensações intensas e o prazer imediato na heroína, no sexo e no rock-and-roll. Irvine Welsh conseguiu fazer literatura da áspera linguagem dos seus personagens, semelhante à que podemos encontrar em ruas de qualquer cidade europeia. "Trainspotting" tornou-se um dos acontecimentos culturais da última década na Grã-Bretanha, foi adaptado ao teatro e agora ao cinema por Danny Boyle. "Merece vender mais exemplares que a Bíblia", afirmou em jeito provocador a revista "Rebel Inc". "O Celine escocês dos noventa", entusiasmou-se o "The Guardian". "É um romance sobre a falta de esperança… mas graças ao humor de Welsh e ao seu virtuosismo com a linguagem, é também um livro de incontível vitalidade", escreveu o "Sunday Times". Nascido em 1958 em Leith, Irvine Welsh frequentou a escola nos arredores de Edimburgo, deixando-a aos 16 anos para ser reparador de televisores, "punk", drogado e músico falhado, antes de voltar a estudar na Universidade de Herriot-Watt e se tornar romancista. Em entrevista recente definiu assim as suas influências: "Não tenho heróis literários. Não vou buscar as minhas referências aos outros escritores, mas às letras das canções, aos vídeos e "sitcoms"… cheguei a Burroughs via Lou Reed ou Iggy Pop; a Brendan Behan e Dermot Bolger através das palavras de Shane McGowan dos Pogues."












