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Um Escritor Confessa-se de Aquilino Ribeiro

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Um Escritor Confessa-se de Aquilino Ribeiro

Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 376

Sinopse:
Um Escritor confessa-se é um registo autobiográfico que se reporta à sua juventude. Começa com a sua chegada a Lisboa (em 1906) depois da expulsão do Seminário de Beja e dá-nos conta, na primeira pessoa, de um tempo tão empenhado politicamente como aventuroso. Aquilino divide-se entre a escrita de opinião (com artigos em diversos jornais da épocas) e a escrita de ficção, também essa de propaganda republicana e de crítica corrosiva às figuras de regime monárquico. Activista da causa republicana, vê-se envolvido num incidente (explosão de caixotes explosivos armazenados em sua casa que mata dois correligionários seus) que o leva à prisão, da qual se consegue evadir em situações rocambolescas. Depois de alguns meses de clandestinidade, exila-se em Paris, onde cursará Filosofia na Sorbonne.
Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 376

Sinopse:
Um Escritor confessa-se é um registo autobiográfico que se reporta à sua juventude. Começa com a sua chegada a Lisboa (em 1906) depois da expulsão do Seminário de Beja e dá-nos conta, na primeira pessoa, de um tempo tão empenhado politicamente como aventuroso. Aquilino divide-se entre a escrita de opinião (com artigos em diversos jornais da épocas) e a escrita de ficção, também essa de propaganda republicana e de crítica corrosiva às figuras de regime monárquico. Activista da causa republicana, vê-se envolvido num incidente (explosão de caixotes explosivos armazenados em sua casa que mata dois correligionários seus) que o leva à prisão, da qual se consegue evadir em situações rocambolescas. Depois de alguns meses de clandestinidade, exila-se em Paris, onde cursará Filosofia na Sorbonne.
$19.28
Um Escritor Confessa-se de Aquilino Ribeiro
$19.28

Description

Edição: Fev 2008
Nº Páginas: 376

Sinopse:
Um Escritor confessa-se é um registo autobiográfico que se reporta à sua juventude. Começa com a sua chegada a Lisboa (em 1906) depois da expulsão do Seminário de Beja e dá-nos conta, na primeira pessoa, de um tempo tão empenhado politicamente como aventuroso. Aquilino divide-se entre a escrita de opinião (com artigos em diversos jornais da épocas) e a escrita de ficção, também essa de propaganda republicana e de crítica corrosiva às figuras de regime monárquico. Activista da causa republicana, vê-se envolvido num incidente (explosão de caixotes explosivos armazenados em sua casa que mata dois correligionários seus) que o leva à prisão, da qual se consegue evadir em situações rocambolescas. Depois de alguns meses de clandestinidade, exila-se em Paris, onde cursará Filosofia na Sorbonne.