
Um Trono para Dois Irmãos de Ana Maria Magalhães
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.
$9.13
Um Trono para Dois Irmãos de Ana Maria Magalhães—
$9.13
Description
Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Os príncipes D. Pedro e D. Miguel são irmãos e disputam o trono de Portugal. A cidade do Porto é fiel a D. Pedro mas encontra-se cercada pelas tropas de D. Miguel. Ninguém entra, ninguém sai, as lutas prolongam-se sem vencidos nem vencedores. E a morte espreita mesmo fora dos campos de batalha porque faltam mantimentos. Em certas zonas já há quem coma ratos e outros bichos nojentos. No entanto, os homens não se rendem. Ana, Orlando e João caem da máquina do tempo numa zona onde a guerra está ao rubro... Para escapar às balas juntam-se a um médico que anda a recolher feridos na sua charrete. Assim, são obrigadas a tomar partido.












