
Uma Boa Morte de Hans Küng
Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Durante séculos, foi imposta aos crentes cristãos a proibição de terminar com a vida. No entanto, Hans Küng defende que uma boa morte se fundamenta no respeito profundo pela vida de qualquer pessoa e nada tem que ver com o infeliz suicídio arbitrário. Se temos responsabilidade sobre a nossa vida, porque haveria essa responsabilidade de terminar na sua última fase? É precisamente como cristão que Hans Küng apela ao direito de cada qual decidir responsavelmente sobre o momento e a forma da sua morte. Neste breve ensaio, que procura contribuir para a mudança de atitude da Igreja, Hans Küng mantém a coerência e a autenticidade que revelou no seu conflito com a hierarquia católica romana. A sua defesa da eutanásia (cujo significado etimológico é "boa morte") insere-se assim nas suas preocupações antropológicas e religiosas. "Gostaria de morrer consciente e de me despedir digna e humanamente dos seres que me são queridos", escreve Hans Küng.












