
Uma Família Inglesa de Júlio Dinis
Edição: Set 2010
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)
Edição: Set 2010
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)
$10.15
Uma Família Inglesa de Júlio Dinis—
$10.15
Description
Edição: Set 2010
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Este foi o primeiro romance do autor, mas, receoso do acolhimento que lhe dariam, aparece muito depois de ter sido escrito, em folhetins, no "Jornal do Porto", em 1867.É um romance citadino, objetivo, de análise psicológica e individual, ao estilo do romance realista inglês. Abunda a pintura de interiores, mas a ação é lenta, precipitando-se nos últimos capítulos.O desenlace é cor-de-rosa, como conclusão habitual em quem "viveu de leve, escreveu de leve, morreu de leve", segundo Eça de Queirós.Lilaz Carriço, in "Literatura Prática II", Porto Editora (adaptado)











