
Ver Mais Além de Esther Kinsky
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Ao viajar pelas vastas planícies do sudeste da Hungria, a narradora faz uma paragem numa pequena localidade quase abandonada perto da fronteira com a Roménia, cujo cinema - mozi em húngaro - está fechado há muito. Outrora centro pulsante da vida comunitária, o edifício surge agora como ruína, e a sua importância relegada para as histórias e memórias dos que ainda permanecem naquela aldeia. Compelida pela irresistível magia do cinema, e encorajada pelos habitantes, a narradora propõe-se recuperar o antigo mozi num gesto de resistência contra o apagamento desse lugar de experiência coletiva. Em Ver Mais Além, Esther Kinsky, uma das autoras mais premiadas da literatura alemã contemporânea, presta uma homenagem - feita de autobiografia, ficção, ensaio e fotografia - ao cinema, realizando um exercício de atenção profunda que convida o leitor a abrandar o passo e a expandir o seu modo de ver.
Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Ao viajar pelas vastas planícies do sudeste da Hungria, a narradora faz uma paragem numa pequena localidade quase abandonada perto da fronteira com a Roménia, cujo cinema - mozi em húngaro - está fechado há muito. Outrora centro pulsante da vida comunitária, o edifício surge agora como ruína, e a sua importância relegada para as histórias e memórias dos que ainda permanecem naquela aldeia. Compelida pela irresistível magia do cinema, e encorajada pelos habitantes, a narradora propõe-se recuperar o antigo mozi num gesto de resistência contra o apagamento desse lugar de experiência coletiva. Em Ver Mais Além, Esther Kinsky, uma das autoras mais premiadas da literatura alemã contemporânea, presta uma homenagem - feita de autobiografia, ficção, ensaio e fotografia - ao cinema, realizando um exercício de atenção profunda que convida o leitor a abrandar o passo e a expandir o seu modo de ver.
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Edição: Jun 2026
Nº Páginas: 232
Sinopse: Ao viajar pelas vastas planícies do sudeste da Hungria, a narradora faz uma paragem numa pequena localidade quase abandonada perto da fronteira com a Roménia, cujo cinema - mozi em húngaro - está fechado há muito. Outrora centro pulsante da vida comunitária, o edifício surge agora como ruína, e a sua importância relegada para as histórias e memórias dos que ainda permanecem naquela aldeia. Compelida pela irresistível magia do cinema, e encorajada pelos habitantes, a narradora propõe-se recuperar o antigo mozi num gesto de resistência contra o apagamento desse lugar de experiência coletiva. Em Ver Mais Além, Esther Kinsky, uma das autoras mais premiadas da literatura alemã contemporânea, presta uma homenagem - feita de autobiografia, ficção, ensaio e fotografia - ao cinema, realizando um exercício de atenção profunda que convida o leitor a abrandar o passo e a expandir o seu modo de ver.












