
Vida, Velhice E Morte De Uma Mulher Do Povo de Didier Eribon
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 226
Sinopse: Íntimo e universal. O livro de um filho sobre a vida e a morte da mãe A velhice e a doença são estados de dependência. Não apenas individual, mas social e política. Após a morte da mãe, Didier Éribon parte do caso um particular e familiar para uma análise mais ampla. A dimensão testemunhal ganha aqui uma dimensão teórica e não meramente circunstancial. Didier Éribon retoma neste livro o questionamento iniciado em Regresso a Reims, depois da morte do pai. Revisita a vida da mãe, nomeadamente os períodos em que ela foi empregada doméstica, operária e depois reformada, captando-a em toda a sua complexidade, desde a sua participação em greves até ao seu racismo obsessivo. A velhice torna-se assim o ponto de partida para uma inquietante reflexão pessoal e política.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 226
Sinopse: Íntimo e universal. O livro de um filho sobre a vida e a morte da mãe A velhice e a doença são estados de dependência. Não apenas individual, mas social e política. Após a morte da mãe, Didier Éribon parte do caso um particular e familiar para uma análise mais ampla. A dimensão testemunhal ganha aqui uma dimensão teórica e não meramente circunstancial. Didier Éribon retoma neste livro o questionamento iniciado em Regresso a Reims, depois da morte do pai. Revisita a vida da mãe, nomeadamente os períodos em que ela foi empregada doméstica, operária e depois reformada, captando-a em toda a sua complexidade, desde a sua participação em greves até ao seu racismo obsessivo. A velhice torna-se assim o ponto de partida para uma inquietante reflexão pessoal e política.
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Edição: Out 2025
Nº Páginas: 226
Sinopse: Íntimo e universal. O livro de um filho sobre a vida e a morte da mãe A velhice e a doença são estados de dependência. Não apenas individual, mas social e política. Após a morte da mãe, Didier Éribon parte do caso um particular e familiar para uma análise mais ampla. A dimensão testemunhal ganha aqui uma dimensão teórica e não meramente circunstancial. Didier Éribon retoma neste livro o questionamento iniciado em Regresso a Reims, depois da morte do pai. Revisita a vida da mãe, nomeadamente os períodos em que ela foi empregada doméstica, operária e depois reformada, captando-a em toda a sua complexidade, desde a sua participação em greves até ao seu racismo obsessivo. A velhice torna-se assim o ponto de partida para uma inquietante reflexão pessoal e política.
