
Viver Com Homens de Manon Garcia
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse: Sobre o sórdido caso Pelicot: uma reflexão urgente, perturbante e corajosa a que é impossível ficar indiferente. No Outono de 2024, meia centena de homens foram julgados num tribunal do sul de França por um crime que chocou a opinião pública. Gisèle Pelicot fora repetidamente sedada pelo marido ao longo de uma década e oferecida a desconhecidos recrutados na internet para a violarem. A filósofa Manon Garcia, evocando a memória de Hannah Arendt no julgamento de Eichmann, assistiu presencialmente às audiências em tribunal. Atormentada pelo caso, relata o processo e constata que ele revela, na tolerância com que pôde prolongar-se durante tanto tempo, um profundo problema masculino um profundo problema social.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse: Sobre o sórdido caso Pelicot: uma reflexão urgente, perturbante e corajosa a que é impossível ficar indiferente. No Outono de 2024, meia centena de homens foram julgados num tribunal do sul de França por um crime que chocou a opinião pública. Gisèle Pelicot fora repetidamente sedada pelo marido ao longo de uma década e oferecida a desconhecidos recrutados na internet para a violarem. A filósofa Manon Garcia, evocando a memória de Hannah Arendt no julgamento de Eichmann, assistiu presencialmente às audiências em tribunal. Atormentada pelo caso, relata o processo e constata que ele revela, na tolerância com que pôde prolongar-se durante tanto tempo, um profundo problema masculino um profundo problema social.
Original: $16.72
-65%$16.72
$5.85Description
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 152
Sinopse: Sobre o sórdido caso Pelicot: uma reflexão urgente, perturbante e corajosa a que é impossível ficar indiferente. No Outono de 2024, meia centena de homens foram julgados num tribunal do sul de França por um crime que chocou a opinião pública. Gisèle Pelicot fora repetidamente sedada pelo marido ao longo de uma década e oferecida a desconhecidos recrutados na internet para a violarem. A filósofa Manon Garcia, evocando a memória de Hannah Arendt no julgamento de Eichmann, assistiu presencialmente às audiências em tribunal. Atormentada pelo caso, relata o processo e constata que ele revela, na tolerância com que pôde prolongar-se durante tanto tempo, um profundo problema masculino um profundo problema social.












