
Voo Nocturno de Antoine de Saint-Exupéry
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
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Voo Nocturno de Antoine de Saint-Exupéry—
$14.36
Description
Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"Para as companhias de navegação aérea tratava-se duma lata de velocidade com os outros meios de transporte. (...) Gosto do primeiro livro de Saint-Exupéry, mas deste gosto mais. Em "Correio do Sul", às recordações do aviador, registadas com uma precisão surpreendente, misturava-se uma intriga sentimental que aproximava de nós o herói. Tão faminto de ternura, como o sentíamos humano, vulnerável! O heróis de "Voo Nocturno", conquanto não desumanizado, eleva-se até uma virtude sobre-humana. Creio que o que me agrada mais nesta narrativa vibrante é a sua nobreza. As fraquezas, os abandonos, as quedas do homem, conhecemo-las sobejamente, e a literatura dos nossos dias é por demais hábil a denunciá-las; mas é sobretudo desta superação de si que a vontade tensa obtém que temos necessidade que nos mostrem. (...) O que conta, Saint-Exupéry conta-o "com conhecimento de causa". O afrontamento pessoal dum perigo frequente dá ao seu livro um sabor autêntico inimitável." Do Prefácio de André Gide












